Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

A Boa...Escolha!

Ontem, por motivos que não importam muito, tive que dar "uma vista de olhos" num Tsunami, como sabem, uma marca nacional da JP Sá Couto. Pessoalmente, não tenho nada contra os senhores, mas aquilo vem instalado com....vocês já sabem...isso mesmo...com o Windows Vista.

MacBook - Tsunami

Em termos de hardware, a máquina vem muito simpática, perfeitamente ao nível dos novos MacBooks , com plataforma Santa Rosa, com um processador mais lento (1.6GHz), é certo, mas com 2GB de RAM e uma placa gráfica semelhante aos novos MacBooks.

Bom, mas o que importa mesmo é o Windows Vista. De facto, voltar a mexer no Vista, fez-me perceber, OUTRA VEZ, que a melhor coisa que fiz nos últimos tempos, foi ter comprado um Mac e ter o Mac OS X como sistema operativo. À minha volta, vi muitas pessoas impressionadas com os "novos" efeitos visuais do Vista e pensava o que já tinha ouvido muitos a dizer:

"Mas, mas o Tiger há muito que tinha estes efeitos!!!"

A mesma pessoa que comprou o Tsunami, foi a mesma pessoa que viu o MacBook e não ficou convencida. Tal como escrevi sobre o Wireless, também aqui a questão preço é fundamental. Há, de facto uma diferença de preço entre PCs e Macs , com desvantagem para os Macs , mas valerá mesmo essa diferença?

Para já, devo referir que a diferença é bastante menor. Por exemplo, o iMac mais barato custa 1.088 Euros. Sendo um modelo desktop , pergunto se não é um produto acessível?

Porque razão, as pessoas no momento de decidir (quando há dúvidas, claro) acabam por comprar um PC? É mais compatível? Há mais programas? É mais barato (custo global)?

Quanto à compatibilidade, direi apenas que muitos dos programas que usava em Windows , continuei a usar em Mac . O Firefox é só um dos exemplos. Office? Meus amigos, as soluções gratuitas NeoOffice ou OpenOffice cumprem muito bem o seu papel, mas o iWork 08 dá boa conta de si. Obviamente temos aqueles programas mais específicos como o AutoCad, mas meus amigos, há o Boot Camp e os programas de virtualização do Windows e dessa forma, podem instalar o Windows num Mac e ter os 2 sistemas operativos. Com a abordagem sobre a compatibilidade, de alguma forma, já explico que a questão dos programas é quase um mito e não será com certeza um motivo para optar por um Mac.

Quanto ao custo global, sinceramente, parece-me que um Mac ficará mais barato, a médio longo prazo. Necessita (potencialmente) de menos suporte ou seja, menor necessidade de resolução de problemas, o pack de programas disponíveis é muito interessante para o utilizador comum (Mac OS X / iLife) e há de facto, uma diferença no Interface, que permite claramente uma melhoria substancial na produtividade. Naturalmente, a fiabilidade e a estabilidade do Mac OS X, dão mais garantias que um Windows nunca dará, sobretudo o Windows Vista.

Como já referi, noutro post, a questão estará sempre do lado do utilizador e nas tarefas que ele pretende executar. Em função disso, deverá escolher o sistema operativo que mais se adequa às suas necessidades.

Em suma, parece-me que a diferença de preço vale bem a pena e esta coisa de pertencer a uma espécie de elite (apesar do cenário actual de crescimento), também tem a sua piada. Espero, no entanto, que esta massificação da Apple, não vá prejudicar a excelente imagem que a Apple tem junto das suas "bases" e que possa chegar, cada vez mais a um maior número de pessoas.

Curiosamente, o polémico e conhecido cronista, blogger e podcaster, John C. Dvorak, escreveu um artigo no site da PC Magazine, abordando a questão VistaGate e os problemas que isso trazido para a Microsoft e quais as consequências no mercado.
publicado por Phil às 19:16
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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Nem a propósito...

Estava para escrever sobre este assunto, mas depois de ler este post no Mac2, decidi fazê-lo efectivamente.

Voltamos mais uma vez, à velha questão da Interlog e os representantes, etc etc etc...

Hoje, a Maria João Valente, a autora do Mac2, de certa forma, inspirada por este blog (alguém que me ofereça um lenço, oh se faz favor!), decidiu apostar na LojaMac.com e parece, até ver, que ganhou a aposta, apesar da curta experiência.

Ora, esta questão vem a próposito de uma situação que se passou com a minha amiga Siri, que resolveu finalmente fazer a transição para a Mac. Mas resolveu na pior altura, porque entretanto a linha de MacBooks foi renovada e claro, há uma óbvia preferência pelo modelo mais recente, apesar demora que vai envolver.

Resolveu então, um dia depois do lançamento do Leopard, fazer uma encomenda no Apple Center de Lisboa, de um MacBook Branco, o modelo intermédio. Eu acompanhei o processo da encomenda e foi deixada a indicação que seria sempre com o Leopard, com pré-instalação ou através da opção dos +12 Euros. Alguns dias depois, foram lançados os novos MacBooks, como sabem.

Apple Center

Esta semana, a Apple Center, liga a informar que a remessa de novos Macbooks, tinha chegado, mas ainda não eram os novos modelos com processadores a 2.20 GHz e com o Leopard pré-instalado. A Siri, esclareceu que para já, não estaria interessada e preferia manter a encomenda e esperar pelo modelo equivalente dos novos MacBooks. É nesta altura que começa a surgir a confusão...os senhores tentaram literalmente "impingir" o modelo actual, quando a Siri tinha deixado muito claro que o modelo actual não e sim, não se importava de esperar pelo próximo modelo...mas eles preferiram insistir.

Resultado: Perderam uma encomenda e um cliente...(ou talvez dois, se me incluir).

Como tenho acompanhado as novidades da LojaMac.com, calculei que também iam receber uma remessa de MacBooks. Decidi então, por iniciativa própria, questioná-los acerca dos novos MacBooks. Ora aqui está a resposta:

"Os novos modelos MacBooK 2.2 GHz, anunciados há dias nos EUA, deverão chegar à LojaMac.com dentro de 3 a 4 semanas. Esse novo modelo já trará o Mac OS X 10.5 Leopard pré-instalado.

Apesar de ainda não aparecer no nosso catálogo on-line, estamos já a aceitar encomendas para esse novo modelo."

lojamac.com

Reparem na diferença. Claramente outra postura, outra forma de estar. Pena tenho que a loja seja em Arcos de Valdevez, mas se tiver oportunidade no mês de Dezembro, acho que vou fazer questão de conhecer a LojaMac. Até pode ser que nessa altura, os novos MacBooks estejam disponíveis.

Já disse que sou um apaixonado do Minho?
publicado por Phil às 12:33
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Olha! Chegou o Leopard!

Hoje, no meu local de trabalho, reparei numa notícia que constava na capa do jornal económico Oje:

Leopard da Apple chega a Portugal

Primeiro pensamento: "Eh lá, o Leopard numa primeira página...sim senhor!"

Segundo pensamento: "Mas porquê só hoje?"

Terceiro pensamento, já depois de ler a notícia: "ontem lançado em Portugal??"

Quarto pensamento: "Ah, mas o lançamento mundial foi dia 26 de Outubro!"

Quinto pensamento: "Steve Kelly, product marketing manager da Apple que esteve ontem em Lisboa para a apresentação do sistema?? Ah, então houve uma apresentação oficial da Apple!"

Conclusão: Apesar da falta de rigor da notícia, parece-me positivo que estes destaques surjam nas primeiras páginas dos jornais. Aliás, cada vez mais, é possível ver que a tecnologia tem saltado para as primeiras páginas, sobretudo nos últimos tempos com a Apple.

Agora uma apresentação oficial da Apple? Então ninguém avisa? Ninguém comunica? Assim não vale!

Bom, agora mais a sério. Esta notícia acaba por ir de encontro às palavras do Pedro Telles que no seu Spinning Beachball, refere que e passo a citar:

"A Apple olha cada vez mais para o mercado português de maneira diferente em relação ao que fazia antigamente."

Acho que não há dúvidas em relação à postura da Apple perante o mercado português. Algo está a acontecer. Foi feito o registo comercial da Apple Portugal, os iPods são um sucesso, as vendas de Mac dispararam, existe uma iTunes Store portuguesa, há uma enorme expectativa para o lançamento do iPhone, o Leopard anda nas bocas do mundo, foi realizado uma apresentação oficial em Portugal do Leopard, vamos ter em Dezembro uma "Tech Talk" sobre o Leopard.

Ainda acham que a Apple olha de lado para Portugal?


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publicado por Phil às 11:23
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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

E se?

Hoje, quando consultava uma notícia dos Meios & Publicidade, reparei num discreto banner, do lado direito que a dada altura apresentou a seguinte informação:

Apple - Vobis

Confesso que ultimamente, o Colombo para mim, não passa da FNAC, logo, desconheço as alterações que possam ter feito na loja da Vobis. Portanto, o "novo espaço Apple" pode ser tudo, pode ser coisa nenhuma, por isso, se alguém já conheceu esse "espaço", peço para deixar um comentário, com a impressões com que ficou dessa área.

De qualquer forma, virtualmente, no site, a Vobis colocou um banner na homepage, com uma clara referência a esse novo "espaço" e que se reflecte, também na página da Vobis.

Apple - Vobis

Agora, perguntarão porque razão estou eu a abordar esta questão. A resposta será simples. Não querendo alimentar mais polémicas em torno da Interlog, esta parceria com a Vobis poderá ser um indicador da estratégia que a Apple poderá seguir em Portugal.

Tendo em consideração o mercado que temos em Portugal e considerando a taxa de penetração dos espaços comerciais da Sonae, onde podemos incluir a Vobis, parece-me que a Apple poderá encontrar em Portugal um modelo bem interessante para ter um "nova face" em Portugal, através da rede de lojas da Vobis.

Assim, a Apple não teria que optar pela abertura de Apple Stores, precisamente porque o mercado nacional pode não justificar essa opção, validando assim a opção Sonae/Vobis.

De qualquer forma, ainda não tive oportunidade de conhecer o espaço e toda a abordagem que faço à relação Apple/Vobis é pura especulação, contudo, parece-me um sinal muito positivo.
publicado por Phil às 11:21
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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007

Next Step...

O iPhone está lançado e irá espalhar a sua "magia" no resto do mundo em 2008, o Leopard está a menos de 5 dias do lançamento. Os processadores Intel vieram para ficar. A Apple aumentou a quota de mercado, ainda mesmo antes do lançamento do Leopard. Na bolsa, tem prestações muito positivas com uma evolução que merece uma análise atenta. No entanto, apesar dos bons resultados, a Apple mostrou nos últimos tempos uma face desconhecida, que normalmente associamos à rival Microsoft, mas verificamos que a Apple acaba por seguir o seu caminho e consegue o sucesso (e lucro) pretendido.

Mas então, impõe-se a pergunta... Qual será o caminho da Apple no futuro? Qual será a próxima revolução?

O Leopard não é mais que a evolução na continuidade. Pegaram na fórmula de sucesso, reinventaram essa fórmula e acabamos por ter um Upgrade, robusto é certo, mas é somente um Upgrade, não trazendo nada de extraordinário quanto ao Interface, numa altura em que já dispomos da tecnologia Multi-Touch nas nossas mãos, através do iPhone e do iPod Touch.

iPhone - Macbook

Por isso, coloca-se a questão obrigatória:

"Quanto tempo vai demorar a Apple a implementar a tecnologia Multi-Touch no seu sistema operativo nativo na linha de computadores?"

Isto é, estará a Apple a traçar o caminho através da fusão da tecnologia do dispositivo móvel com a tecnologia que já utilizamos nos nossos computadores? Se sim, como será essa revolução? Vai a Apple conseguir impor novos padrões na tecnologia, mas, conseguirá, desta vez chegar às massas?

A Apple já perdeu o comboio uma vez, nos finais dos anos 80 e inicio dos anos 90, sobretudo quando a Microsoft lançou o Windows 95 e conseguiu atingir às massas.

Macintosh Classic

Ainda me recordo de ter participado numa iniciativa da Apple na minha escola preparatória. Recordo-me como se fosse hoje, quando vi a Hall de Entrada da escola, com uma quantidade imensa de Macintosh's, na altura o Classic, embora não possa confirmar exactamente que versão. Também me lembro, diariamente, de ver sempre num canto da capa do jornal Público, o quadrado de publicidade sempre dedicado à Apple.

Apesar de tudo, no início dos anos 90, a Apple estava muito próxima dos utilizadores. Logo, para os fundamentalista da Apple ou da Microsoft, isto já andou equilibrado, ok?

Concluímos então que a Apple tem vindo a tentar recuperar um mercado (que não tinha a dimensão dos dias de hoje), mas tenta também ganhar novos mercados.

Entrou no novo mercado dos MP3 e da Música e ganhou (vamos ver se o sucesso se mantém).

Entrou no mercado dos telemóveis e pelo menos agitou o mercado, até porque não chegou a todo o mundo (oficialmente).

E tenta desde sempre, diria eu, recuperar o mercado dos sistemas operativos e dos computadores, sobretudo a partir de 2000, quando lançou o Mac OS X, de resto, uma viagem no tempo, que já foi recuperada aqui no blog.

A esta distância, a Apple conseguiu criar um sistema operativo robusto o suficiente para rivalizar com qualquer Windows que fosse lançado pela Microsoft. Uma vez que as massas já utilizavam Windows, a Apple enfrentava uma tarefa quase titânica. Então começou a entrar em mercados paralelos, utilizando as plataformas Mac e Windows para chegar até às pessoas, com o seu "gadget" de referência, o iPod. Ou seja, para além de chegar às pessoas,  a Apple conseguiu também penetrar aos poucos na plataforma Windows, com o iTunes e na compatibilidade dos seus produtos.  A Apple, voltava aos poucos a ganhar notoriedade junto das massas e para além dos iPods, a Apple conseguia estabelecer uma estratégia de Cross-Selling, junto dos seus clientes iPod. Isto é, aos antigos utilizadores Mac, juntava os novos iPods e aos utilizadores do iPod juntava os chamados Switchers, utilizadores Windows que passavam para Mac.

E como podemos verificar, a estratégia continua...

A linha de iPods foi renovada e reforçada com o iPod Touch e a eles temos que juntar o apetecível iPhone. Ao demonstrar tanta qualidade e inovação, os utilizadores de Windows vai querer descobrir mais sobre a linha de computadores da Apple e por sua vez, o seu sistema operativo, no qual se baseia o software do iPhone e do iPod Touch. Tendo em conta o fracasso do Windows Vista e a notória redução de preços dos produtos Apple, nomeadamente dos MacBooks e iMacs, parece-me natural esta aproximação dos utilizadores Windows aos produtos Apple.

Depois, há sempre o chamado "Boca-a-Boca". Se tivermos um amigo completamente fanático de Mac e Apple, naturalmente vamos dar uma especial atenção aos produtos Apple e se calhar vamos até comprar algum produto da Apple, seja um iPod, um iPhone, a Apple TV ou até mesmo um Mac. No meu caso, a paixão começou a ser alimentada pelos Podcasts e de que forma era possível criar um podcast através de um Mac e as dificuldades que podiam surgir se fosse criado no Windows. A partir daí, fui descobrindo um mundo completamente diferente daquele que estava habituado, um mundo que nos fornece uma experiência de utilização de um computador pessoal, completamente diferente. Por isso, para terminar, não querendo alimentar guerras que não fazem sentido, gostaria de deixar algumas notas finais, em relação à minha experiência com o MacBook e o Mac OS X:

- Desde Junho, por uma única vez tive que reiniciar com o botão On/Off e só deu um "erro fatal" igualmente uma única vez.

- Já fiz diversos updates, nomeadamente do iLife e iWork e o Macbook continua tão rápido, como no primeiro dia, quer a arrancar, quer no encerramento.

Portanto, posso considerar a experiência é extremamente positiva.

Para terminar, gostaria de referir ainda que, estamos, acho eu, a viver uma época peculiar, uma vez que estamos a viver uma espécie de ciclo mais favorável que pode ter começado "oficialmente" com o iPod Quick Wheel e o iMac branco que foi comercializado até ao passado mês de Agosto, isto é, em 2004, precisamente quando a curva do título da Apple na bolsa tem uma evolução positiva até aos dias de hoje.

Apple Inc

Nem a propósito é hoje mesmo que a Apple vai anunciar os resultados do último trimestre num Webcast que começará por volta das 22h (hora portuguesa). Existe uma enorme expectativa, porque o este último relatório, irá incluir as vendas do iPhone, bem como o período de regresso às aulas que potencia o aumento de venda de Macs. Se acrescentarmos o aumento da quota de mercado da Apple, são esperados números muito interessantes no anúncio de hoje.

Pena não ser um dos accionistas...
publicado por Phil às 13:02
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2007

Lei Francesa atrasa iPhone

Parece que a Lei Francesa está a atrasar o acordo definitivo entre a Apple e a Orange. De resto, há quem ponha em causa a comercialização do iPhone em terras francesas, se o acordo não for conseguido.

iPhone

Genericamente, segundo a Lei Francesa, um telemóvel comercializado em terras gaulesas, tem que ser disponibilizado de forma desbloqueada, dando a liberdade de escolha aos potenciais compradores. Portanto, é possível encontrar o mesmo modelo bloqueado e associado a um pacote de preços ou desbloqueado para utilização em qualquer operadora, pagando naturalmente um preço mais elevado.

Sinceramente, esta Lei parece-me adequeada e até devia ser implementada em mais países, pois são leis como estas que permitem o mercado livre e concorrencial, quer ao nível das marcas de telemóveis, como ao nível das operadoras e cujas as regras a Apple parece querer mudar.

Ao estabelecer o contrato de exclusividade com a AT&T, a Apple esqueceu-se que os mercados não são todos iguais, logo, a empresa de Steve Jobs, podia encontrar dificuldades em conseguir acordos semelhantes noutros países.

MultiTouch

Para ajudar, a Apple tem tido uma atitude arrogante e pouco flexível, com um produto que ainda tem muito para provar. Apesar do apelo à tecnologia MultiTouch, a ausência do 3G (elevado consumo de bateria) e a forma como o iPhone está fechado para a instalação de outras aplicações (restrição que poderá ser ultrapassada de forma "alternativa"), retira muito do interesse gerado na apresentação na MacWorld do início deste ano.

3rd Party Applications

Com estes factores em cima da mesa, prevê-se um sucesso relativo do iPhone na Europa, isto é, quem tiver mesmo na disposição de comprar o iPhone, vai fazê-lo, mas rapidamente as vendas vão abrandar e a Apple terá um pequeno grande problema entre mãos, tal como aconteceu nos EUA, que resultou na descida do preço do iPhone, dois meses depois do início da sua comercialização.


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publicado por Phil às 17:36
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Sábado, 22 de Setembro de 2007

A Apple, o iPhone e...a TMN!

No passado dia 11 de Setembro, o Diário Económico avançava com a notícia que a TMN estaria com vantagem na obtenção da exclusividade do iPhone para Portugal.

TMN

No dia 11, não tinhamos ainda as confirmações das operadores na Alemanha, França e Inglaterra. Hoje, temos as confirmações e que em moldes vão ser comercializados, logo, podemos já tirar algumas conclusões.

A primeira grande conclusão que podemos tirar tem a ver com a dimensão das redes escolhidas. Todas elas, são as maiores redes de cada um dos países. Portanto, no caso Português, seria a TMN a operadora com maior quota de mercado.

Pegando no exemplo inglês, em que a operadora agarrou na rede de hotspots que dispôe em todo o país, também a TMN poderá ter esse argumento a favor, porque poderá recorrer à rede PT Wi-Fi.

PT Wi-Fi

A própria imagem da TMN, do seu site e das suas lojas, enquadra-se perfeitamente no espírito Apple, mas, aqui conta a minha opinião, perfeitamente subjectiva.

Portanto, todos os cenários apontam no mesmo sentido: A TMN é efectivamente, (como se diz no Wrestling), a operadora "Number One Contender" para ficar com a exclusividade do iPhone em Portugal.


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publicado por Phil às 00:01
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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2007

Liberdade Total

Um dia depois do lançamento ao público, da primeira aplicação, que permite o desbloqueio do iPhone, eis que surge a segunda aplicação, gratuita e open-source.

Como sabem, surgiram duas equipas de desenvolvimento que anunciaram também com um dia de diferença, que tinham entre mãos, aplicações que permitiam desbloquear o gadget mais desejado do momento, o iPhone.

Nos dias que se seguiram, as questões surgiram de todas as direcções. Quanto custará? Será legal? Será anti-updates?

Aí estão as respostas...

Ontem, os rapazes da iPhoneSIMfree.com, anunciaram o lançamento ao público do seu software com um custo de 99 dólares e sem garantia que o desbloqueio se mantenha após um futuro update do firmaware do iPhone.

Free iPhone

Hoje mesmo, ou melhor, na madrugada passada, foi a outra equipa que se chegou à frente. No entanto, o software é gratuito e open-source, ou seja, é de prever nos próximos dias, o lançamento de novas aplicações, completamente user-friendly para o utilizador comum. Embora o processo desta segunda aplicação não me pareça tão simples, em comparação com o primeiro, o facto de ser gratuito, valerá bem o esforço, bastará fazer uma leitura atenta dos detalhados tutoriais que foram criados.

Free iPhone

Esta nova aplicação for ser encontrada em www.freeiphoneunlock.com.

Em relação a este segundo software, acredito, tal como no primeiro, que não exista nenhuma garantia que o software seja anti-update.

Quanto à legalidade, segundo uma norma recente, nos EUA, é perfeitamente legal desbloquear telemóveis, para assegurar que o consumidor pode ter opção de escolha. Neste caso existem outras questões. No primeiro caso, existem entidades ou empresas a lucrar com este processo. Por outro lado, a Apple ou a AT&T, podem reclamar para o facto do seu software estar a ser alterado por terceiros.

No segundo caso, o software é gratuito e open-source, logo, não existe um retorno directo para a equipa que desenvolveu o projecto. De qualquer forma, mantém-se a questão da alteração do software por terceiros.

Vamos esperar que haja alguma reacção jurídica, mas tendo em conta que este último software é open-source, podemos dizer que existe luz verde para começar um processo que não será possível parar e a partir de agora, um número considerável de aplicações pode começar a aparecer.

Há quem argumente que a Apple também sai prejudicada, porque neste negócio com as operadoras, a Apple tem exigido contrapartidas a longo prazo, nos serviços utilizados através do iPhone. Como falamos de uma permanência de 2 anos, parece-me que a Apple teria feito cálculos fazendo uma previsão de ganhos obtidos através dos serviços móveis. No entanto, com esta loucura com o desbloqueio do iPhone, algo me diz que a Apple vai conseguir compensar com as vendas iPhones aquilo que não vai ganhar com os serviços.

Nunca, como agora, a Apple esteve tão exposta e já não consegue ser a empresa "fechada" que era. Maior sucesso, mais utilizadores, mais atenção dos media e as fragilidades começam a surgir. No entanto, acho que a Apple (ao contrário da Microsoft), consegue jogar com todos os factores, para que consiga ganhar e lucrar, em todos os cenários.

Vamos pegar no exemplo concreto do iPhone. A Apple optou por contratos de exclusividade com as operadoras móveis. Com estes acordos, a Apple terá contrapartidas nos serviços embutidos no iPhone. No caso americano, será por 2 anos. Sendo o iPhone, um produto com um hype e um buzz tão grande, a AT&T, acabaria por ganhar novos clientes e reforçar a sua posição no mercado e será sempre esta a linha de raciocínio das operadoras que ficarão com a exclusividade do iPhone. No entanto, a Apple, poucos dias antes do anúncio do primeiro software desbloqueador, já andavam nas bocas do mundo, os processos "TurboSIM" e da "Soldura", a Apple lançou um update para o iPhone, que disponibilizava, por exemplo, os menus de configuração de rede, até aí, perfeitamente ocultos. A partir desse momento, o iPhone, com um cartão SIM de outra rede, podia ser configurado para outras redes, com um menu próprio. Pergunto se esta alteração por parte da Apple, terá sido inocente?

Naturalmente a Apple, vai ter contrapartidas de todas as direcções, uma vez que vai continuar a receber as contrapartidas daqueles que já eram clientes da "operadora exclusiva", mas terá um incremento nas vendas, para os clientes de outras operadoras, vendas que não estariam inicialmente previstas e desta forma, a Apple sairá sempre por cima em todo este processo.

Quanto ao futuro. Bom, parece-me que terão que ser as operadoras que pretendem a exclusividade a reagir, uma vez que são elas que vão ter perdas com toda esta loucura para desbloquear o iPhone, porque a partir de hoje, o impacto da entrada do iPhone em novos mercados será nenhum, porque na Europa, não existe o mesmo tipo de loucura à volta destes gadgets, à partida já sabemos que o iPhone pode ser desbloqueado, logo, a expectativa das operadoras pode não corresponder à realidade.

No meu caso, por exemplo. Sou cliente Vodafone, antigo cliente TMN. Vamos imaginar que os rumores se confirmam e a TMN será de facto a Operadora iPhone. Acham que eu vou mudar? Claro que não. Mas tendo em conta, as aplicações que já existem para desbloquear o iPhone, não terei nenhum problema em comprar o iPhone e desbloqueá-lo logo em seguida. Até porque existe outro factor no caso português. Os cartões pré-pagos. Ao desbloquear um iPhone, não terei que cumprir o contrato de 24 meses de um serviço pós-pago e poderei usar livremente um meu cartão pré-pago.

Ou seja, ao desbloquear um iPhone, o utilizador terá liberdade total para escolher a operadora e o tarifário, seja ele, pós-pago ou pré-pago.

Entretanto, uma equipa do site 9 to 5 Mac - Apple Intelligence, tem, neste momento, em marcha o processo definitivo para libertar o iPhone. O plano passa por enviar um iPhone para França, passar por todos os processo de desbloqueio conhecidos para a Activação e Bloqueio de Rede e testar dois cartões SIM, um da Vodafone UK e outro da Orange France, cada um deles com planos de preços diferentes. Assim que existir algum feedback, estejam atentos ao blog.

Com isto tudo, ainda me falta mexer num iPhone...

publicado por Phil às 11:24
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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007

Obrigatório ler...

...o artigo publicado no blog Spinning beachball, sobre a descida do iPhone.


"Uma das novidades apresentadas por Steve Jobs na passada Quarta-Feira foi a descida de preço do iPhone de 8GB de 599 para 399 dólares, pouco mais de dois meses após o seu lançamento. Vejamos as implicações e os eventuais motivos por detrás desta mexida."


Ler Artigo Completo




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publicado por Phil às 14:45
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Reaccção de Steve Jobs

Em carta aberta, Steve Jobs reagiu às reclamações que surgiram dos primeiros proprietários do iPhone que gastaram $599, na compra do iPhone de 8GB.


Em resumo, a Apple, na pessoa de Steve Jobs, compromete-se a atribuir um crédito de $100 a todos os proprietários de iPhone que não estejam integrados nos programas de reembolso imediato, após a compra. O crédito, cujas as condições ainda não foram reveladas, terá validade nas lojas física e online da Apple.

Como tudo já foi escrito e falado sobre esta questão, gostaria somente de dizer que esta reacção tornou-se quase obrigatória. Há 2 dias, que a cotação da Apple no Nasdaq, desce e a confiança dos investidores e dos clientes tem que ser assegurada. Directa ou indirectamente, no futuro, os lucros da empresa podem ser afectados. Em que percentagem? Acho que o Jobs não quer ser ver isso acontecer.

Vamos ver como se comporta o título no mercado hoje, depois da carta aberta do Steve Jobs, mas também depois dos primeiros rumores que apontam para uma descida do preço unitário das séries vendidas na iTunes Store, de $1,99 cada, para $0,99. Será esta, a resposta à saída da NBC Universal da iTunes Store?


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publicado por Phil às 14:00
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Olha o belo do destaque!

Devo começar este post por agradecer mais uma vez à equipa dos Blogs do Sapo, o apoio e a força que dão aos autores de blogs da sua plataforma, então nesta semana que agora termina, tem sido só miminhos...assim ficamos mal habituados...de qualquer forma, muito e muito obrigado!

Aproveito também para apresentar este novo projecto na blogoesfera.

Sendo eu, autor do Phil's Mind Spot e orgulhosamente proprietário de um Macbook, o número de posts dedicados à marca de maçã foram aumentando consideravelmente no meu blog pessoal. Confirmo, é oficial...o bicho pega-se!

Tendo em conta que o meu blog pessoal não é de todo um espaço exclusivo para fans da Apple, decidi criar um espaço dedicado à minha experiência como utilizador de Mac, mas também escrever um pouco sobre a minha própria observação sobre o universo Apple. Assim, a grande maioria dos conteúdos "Apple" serão publicados exclusivamente neste espaço, em vez da publicação no blog pessoal.

Pessoalmente, o blog começou com uma experiência muito interessante, ao publicar em directo todas as novidades que iam sendo apresentadas pelo Steve Jobs em São Francisco na sua keynote sobre os novos iPods.

Com este blog, não pretendo ocupar o lugar do apoio técnico da Apple, mas espero conseguir transmitir este espírito que se vive como utilizador Apple, através de dicas, novidades, recomendações de software, sobretudo para aqueles que nunca utilizaram Mac's e vêm do universo Windows, os chamados "Switchers".

Por brincadeira, já vou assumindo a postura radical do: "Windows? Bah! Passa para Mac!"

Sejamos rigorosos, não existe um sistema operativo perfeito. Depende sempre da utilização que cada um faz da sua máquina. Todos eles têm as suas virtudes e os seus defeitos, mesmo o Mac OS X os tem (Pronto, vão cair-me em cima!). Para determinadas pessoas, será mais adequado o Windows, para outros será o Mac OS X e ainda para uma minoria, será o Linux. Na minha opinião, para o utilizador comum, o sistema operativo mais adequado será claramente o Mac OS X, e é neste ponto que o mercado anda completamente enganado. Como o Windows ganhou uma tremenda quota de mercado com o Windows 95 e nessa altura a Apple andava a vacilar, a Microsoft e as empresas de hardware para PC's dominaram o mercado até aos dias de hoje, até porque o mercado de jogos estava muito direccionado para os PC's, cenário muito diferente nos dias de hoje, com excepção dos jogos online (Sim, estou a falar do World of Warcraft, que por acaso, é compatível com Mac).

Actualmente, a Apple anda nas bocas do mundo. Eliminou a palavra "Computer" do nome, entrou no mercado da música e dos leitores MP3 onde tem o domínio, está a ganhar quota de mercado na venda de computadores, nomeadamente nos portáteis, a uma velocidade muito interessante e entrou recentemente no competitivo mercado dos telemóveis.

Apesar de tudo, não sou fundamentalista da Apple. Não gosto dos iPods e o iPhone ainda apresenta muito defeitos e omissões nas suas funcionalidades. São somente dois exemplos de uma companhia que consegue sobretudo gerir de forma quase perfeita a expectativa dos potenciais compradores e investidores.

Em 2007, apresentou o iPhone, cuja comercialização se iniciou no final de Junho, renovou toda a gama de computadores, quer ao nível do hardware como de modelos, como é o caso do novo iMac, renovou e reforçou a gama de iPods, apresentou as novas versões do iLife e do iWork e aproxima-se o lançamento em Outubro do Leopard, o novo sistema operativo e do iPhone na Europa, cuja data ainda é desconhecida, mas espera-se que seja até ao final do ano ou início de 2008.

Espero que gostem deste novo espaço e que consigam apreciar as potencialidades sobretudo do Mac e do software que o acompanha.

Podem também participar com ideias, sugestões e claro reclamações nos canais do costume, através dos comentários aos posts e através do e-mail.


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publicado por Phil às 11:36
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